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AVALIAÇÕES

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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE UMA OBRA DE ARTE
 
 
A avaliação de uma obra de arte é um processo completo na medida em que exige do avaliador conhecimentos técnicos, experiência e sensibilidade. E isto é assim porque cada obra de arte é única. O leiloeiros, marchands, colecionadores  e experts em mercado de arte sabem que são dez os critérios mais usuais para a avaliação de uma obra de arte:
 
 
 
1.     Autoria
 
2.     Técnica
 
3.     Dimensões
 
4.     Fase
 
5.     Conservação
 
6.     Tema
 
7.     Origem
 
8.     Valor histórico
 
9.     Bibliografia
 
10.  Assinatura
 
 
 
AUTORIA
 
A autoria é um dos critérios mais consistentes de avaliação de uma obra de arte. Cada artista tem uma cotação no mercado em função da quantidade de obras comercializadas e dos valores que elas costumam atingir nos pregões. A reputação de um artista depende de sua contribuição à história da arte, de sua originalidade artística, de seu nível técnico, de sua presença no sistema de arte, seja mediante lançamentos de livros sobre sua produção, artigos publicados em revistas acadêmicas ou populares, apresentação de dissertações de mestrado e defesa de tese de doutorado sobre sua obra, de sua participação em grandes certames nacionais e internacionais, de prêmios conquistados em exposições respeitadas, de ações desenvolvidas em seu favor por colecionadores, galerias e museus. Normalmente o lançamento de livros escritos por críticos e curadores destacados, acompanhado de grandes exposições em instituições de prestígio, contribuem com eficácia para posicionar favoravelmente o artista no ranking dos mais cotados. Comemorações de centenário de nascimento do artista têm sido também expedientes consideráveis na valorização de sua obra no mercado.O mercado brasileiro tem valorizado sobretudo obras de artistas modernos, tais como Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Alberto da Veiga Guignard, Ismael Nery, Cícero Dias e mais alguns, que começaram a atuar entre nós nas décadas de 10, 20 e 30. Nos anos 30 surge um grupo de pintores que trabalhavam no Edifício Santa Helena, localizado na Praça da Sé, em São Paulo, formando o Grupo Santa Helena. Este grupo de pintores de origem humilde contribui com alguns nomes de destaque do mercado atual de arte brasileiro; entre eles destaca-se Alfredo Volpi, seguido um pouco à distância por Aldo Bonadei, Fúlvio Pennacchi, Francisco Rebolo Gonsales, Clovis Graciano, Mário Zanini.
 
  
TÉCNICA
 
Existe uma hierarquia relativa de valor no que diz respeito à técnica. A mais valorizada delas é o óleo ou acrílica sobre tela. O suporte tem a ver com o status da pintura: depois da tela vem a madeira e, em seguida, o cartão. Uma análise de resultados de leilões mostram que, depois da pintura, as categorias mais valorizadas são a escultura, o guache ou têmpera sobre cartão ou papel, a aquarela, pastel, lápis de cor ou ecoline sobre papel, os desenhos a nanquim, carvão, sanguínea, sépia ou grafite sobre papel e, finalmente as gravuras. Mesmo dentro dessa categoria sempre houve uma escala de valor informada pelas dificuldades de execução e pelo resultado obtido: gravura em metal, xilogravura, litografia e, finalmente, a serigrafia. Esta sequência nem sempre se mantém, podendo haver variações de acordo com outros critérios tais como a qualidade do artista, a qualidade da obra, a moda.
 
 
DIMENSÕES
 
As dimensões geralmente influem no valor de uma obra de arte. Obras de dimensões maiores são, geralmente, mais caras. Todavia, algumas obras menores, em função de sua qualidade e da fase à qual pertencem, podem atingir preços mais elevados do que obras de formato maior do mesmo artista. E por isso que costuma-se dizer que “não se compra obras de arte por metro quadrado”. As grandes dimensões são comuns entre pintores atuais de prestígio que a utilizam como estratégia para partir de lances mínimos significativos nos leilões.
 
  
FASE 
 
Determinadas fases do artista são mais valorizadas do que outras. As fases mais criativas são as mais bem cotadas. As obras de fases anteriores de determinados artistas são mais bem cotadas do que seus trabalhos mais recentes ou atuais. É o caso, por exemplo, de Anita Malfatti. Os trabalhos que ela realizou nos anos 10, sobretudo a partir de 1914, tem uma cotação altíssima. São raríssimos e estão no acervo de museus e em importantes coleções particulares. Trata-se de seus trabalhos expressionistas que desempenharam um importante papel na instauração da modernidade no Brasil. 

 
CONSERVAÇÃO

O bom estado de conservação de uma obra de arte é fator positivo para a sua valorização. Há tendência em se valorizar obras antigas bem conservadas, que não passaram por processo de restauro. Todavia se uma obra encontra-se em mau estado de conservação, recomenda-se que ela seja restaurada por um bom profissional. Obras restauradas, todavia, não devem parecer que foram feitas ontem. Isto pode desvalorizá-las. Já vimos pinturas antigas do francês Jean Lurçat em que a tela é protegida, na parte de trás. por uma chapa. Este processo facilita a conservação do trabalho.
 
 
TEMA
 
Cada artista tem temas que o consagram. Eles são mais valorizados pelo mercado em função de sua tipicidade. Os colecionadores de tendência mais tradicional apreciam, do artista Dario Mecatti, suas “cenas árabes”.
 
 
ORIGEM 
 
A procedência conta no valor de uma ora de arte. Obras provenientes de coleções de prestígio são mais valorizadas porque presume-se que ela foi escolhida anteriormente por uma pessoa bem informada, de visão sensível. 

 
VALOR HISTÓRICO 

Se uma obra foi importante para um determinado movimento artístico ou no desenvolvimento a obra de um artista, ela agrega valor. O Abaporu, de Tarsila do Amaral, teve seu valor expandido por ter sido símbolo do movimento antropofágico brasileiro, no fim da década de 20. Tornou-se um ícone cultural.
  
 
BIBLIOGRAFIA 
 
A inclusão de uma obra de determinado artista em livros a valoriza. Em primeiro lugar porque equivale a um atestado de autenticidade da obra, principalmente se o livro foi editado enquanto o artista vivia. Em segundo, por que a obra torna-se mais conhecida e, provavelmente, mais desejada. Esta valorização se intensifica se a obra ocupa espaço destacado no livro e, principalmente, se ela é publicada na capa do livro. A publicação da obra em catálogos, folders, convites, matérias de jornais também funcionam como elementos de valorização, em menor escala. 
 
  
ASSINATURA
 
Antigamente os artistas, como os egípcios, não assinavam suas obras. Hoje isto é uma atitude absolutamente necessária pois a falta de assinatura diminui drasticamente o valor de uma obra de arte. Na ausência de assinatura, mesmo quando sua autenticidade e assegurada por um membro da família ou por pessoa que teve relação de trabalho ou de amizade com o artista, seu valor diminui consideravelmente. 
 
 
FONTE: Enock Sacramento, crítico de arte.
 

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