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Sylvio Pinto

(1918, Rio de Janeiro, RJ - 1997) Primeiros estudos de pintura com seu pai, Bernardo Pinto da Silva (vulgo Pinto das Tintas), e no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Conheceu e se aproximou de José Pancetti, Armando Vianna, Manoel Santiago, Bustamante Sá, entre outros, cuja convivência foi fundamental para a sua formação. Obteve o prêmio de viagem à Europa no Salão Nacional de Belas Artes, em 1952. Participou da I Bienal de São Paulo, em 1951, e foi premiado em inúmeros salões e coletivas importantes a partir dos anos 50. Expôs individualmente no Brasil e no exterior. Em 1985, integrou a mostra 100 Obras Itaú, no Museu de Arte de São Paulo. Em 1993, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugurou uma retrospectiva de sua obra. Para Walmir Ayala, "Sylvio Pinto viveu todas as trepidações contemporâneas, mas não quis fazer da pintura uma bandeira de protesto ou de crítica. Preocupou-se sempre em pintar, e sua pintura tem aquele toque pulsante do coração que se confunde com a mão e o pincel, na resolução de um rastro pictórico. Os quadros de Sylvio Pinto, no máximo, refletiram estados emotivos. Foram sombrios nos tempos sombrios, depois mais luminosos. Consentiram em certas influências que o tempo se encarregará de filtrar. E finalmente chegarão a montar o mostruário mínimo e essencial, que faz a glória de qualquer pintor." Referências: O Brasil por seus artistas (MEC, 1979) e Arte brasileira (Colorama, 1985), de Walmir Ayala; 100 obras Itaú (MASP, 1985); Sylvio Pinto: vida e obra em depoimentos (Arte Hoje, 1985), de Quirino Campofiorito; Sylvio Pinto: 55 anos de pintura (RBM, 1993), de José Maria Carneiro; Cronologia das artes plásticas no Rio de Janeiro: 1816-1994 (Topbooks, 1995), de Frederico Morais.